Tia Roberta Odontopediatra » OUTRAS COISINHAS MAIS
24
março
2017
“Você cobra para dar uma olhadinha???”

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O meu post hoje vai ser daqueles de desabafo. Me deparei no consultório com uma situação um pouquinho desagradável, daquelas que todos os dentistas passam uma vez ou outra na vida. Não costumo comentar sobre o Lado B da Odontopediatria porque sou completamente realizada com a minha profissão e não gosto de reclamar dela, só que tem alguns aspectos que nos fazem refletir sobre a valorização do dentista na sociedade.

Eu tive há umas semanas atrás uma mãe chateada no telefone, pois ela gostaria de marcar uma primeira consulta e não concordou em ser cobrada por ela. Acabou não agendando. Foi explicado para ela da importância da primeira consulta na Odontopediatria, como é completamente diferenciada e todas as dúvidas gerais (cuidados de higiene bucal, uso de chupeta e mamadeira, diário alimentar, consumo de açúcar, uso do flúor, técnicas de escovação, aleitamento, os tipos de escova, creme e fio dental, etc.) são discutidas nesta consulta, além do exame clínico completo, com exames complementares (como radiografias por exemplo), caso sejam necessários, já inclusos no valor. A minha consulta inicial demora cerca de 1h a 1h e meia. Portanto, sim, é muito importante que eu seja remunerada pelo meu trabalho.

Não me incomodo da pessoa pensar diferente de mim. Acredito na liberdade de opinião de cada um, inclusive na minha própria. Sei que existem profissionais que não cobram pela primeira consulta e tudo bem. Mas é muito importante que as decisões que cada um toma, e as consequências por estas decisões, sejam respeitadas não só pelos colegas, como também pelos pacientes.

O que eu acredito ser universal, independente da consulta ser cobrada ou não, é que dentista não dá olhadinha. Esse termo, que foi inserido no dia-a-dia das pessoas, banaliza todos os anos de faculdade que uma pessoa faz, tirando os anos de pós-graduação, entre especializações, mestrados, doutorados, etc. Ele não só é errado, como incomoda bastante o profissional que trabalha e estuda pelo bem dos seus pacientes e da comunidade. Acredite, incomoda.

O exame clínico é um procedimento complexo, que envolve grande raciocínio e experiência profissional para discernir lesões bucais, identificar a presença ou não de diversas condições que muitas vezes podem passar despercebidas pelo leigo. O exame clínico pode envolver testes de sondagem, térmicos, radiográficos, entre outros. É o procedimento mais importante de um tratamento, pois é o que o define. O profissional precisa ter uma extrema atenção e é responsável sobre o que atesta em um prontuário. O exame clínico nunca é uma olhadinha, nunca deve ser uma olhadinha. Nunca deve ser feito fora do ambiente odontológico (quem nunca foi abordado no supermercado ou em um shopping? Sem falar agora das famosas consultas via whatsapp, que não, não podem ser feitas). O profissional tem total respaldo para definir os seus honorários, desde que não sejam abusivos ou não condizentes com o que seja oferecido pelos mesmos.

Sei que temos um longo caminho ainda a percorrer quando se trata da valorização da Odontologia, mas a sementinha precisa ser plantada para que colhamos bons frutos. Não acredito que a mãe que ficou chateada por causa da consulta cobrada tenha a ciência disso, acredito que esse pensamento seja algo enraizado na sociedade, e a culpa disso é nossa, dos dentistas. Não vejo muitas pessoas reclamando de ter que pagar consulta em consultórios médicos. Bom, espero que as coisas um dia mudem. Tenho conversado com vários colegas sobre o assunto, e a opinião e decisão deles de cobrar a consulta tem sido bem parecida com a minha decisão.

Espero que o  leitor não encare esse texto como uma afronta, e nem os profissionais que discordam de mim. Como eu falei anteriormente, não estou julgando quem pensa diferente. É que só hoje eu precisava desabafar. Normalmente é tranquilo explicar e conversar com as mães sobre esse assunto e a minha rotina é bem pacífica e feliz no consultório. Não tenho muito o que reclamar. Meus pacientes são muito respeitadores e carinhosos comigo. Sou muito grata a eles por isso.

 


24
abril
2016
Sobre fazer o que ama e encontrar a liberdade…

Hoje o assunto não vai ser científico, e sim, pessoal. Como fundadora do site Tia Roberta Odontopediatra, me sinto na liberdade de usar o espaço como um desabafo ocasionalmente. Rs

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Pensei que a luta pela liberdade fosse algo só meu. Mas, a cada leitura que faço, a cada conversa que tenho, percebo que a tal liberdade, tão sonhada por tantos, é mais difícil de ser conquistada do que se pensa…mas afinal, o que falta para sermos plenamente felizes?

Fazer o que se ama é um privilégio. Poucos tem a oportunidade de não ser invadidos e contaminados pelo mundo exterior, e optar pela realização dos sonhos ao invés do que é mais conveniente, do que é mais fácil. A maioria toma o caminho mais rápido. Não condeno, fui essa pessoa por muitos anos da minha vida. E, aos 29 anos, tive uma oportunidade de ouro. Fiquei cinco meses sem trabalhar, vivendo um momento de reflexão pós-casamento-mudança de cidade. Assim, sem mais nem menos, abandonei a minha carreira que já era estável (eu era professora universitária, tinha um consultório particular, um emprego público, e ainda fui empresária de uma franquia de roupas para complementar a renda…não preciso dizer que financeiramente estava bem, né?) para seguir uma vida nova junto do meu amor, para realizar o sonho dele, que era assumir o tão sonhado emprego que ele conseguiu (ele passou em um concurso público), e como efeito colateral, realizar o meu sonho também: ser esposa dele. Fui criticada por alguns, respeitada por vários. A minha família me apoiou incondicionalmente e me incentivou a ir viver com o meu namorado (que virou marido depois disso). Nesse momento de alforria, de poder, pela primeira vez, fazer o que eu queria, ao invés do que eu deveria, me peguei em um momento de descoberta, de auto-conhecimento, e sinto que me tornei uma pessoa mais forte e madura hoje em dia por isso. Vivi um momento “Comer Rezar Amar”, só que sem precisar viajar. Aconteceu no meu singelo lar. Me libertei das dietas (e acabei engordando um pouco por isso) e outros sacrifícios diários que fazia em nome da beleza exterior, fiquei em maior contato comigo mesma espiritualmente, praticando yoga, frequentando a igreja e lendo livros de espiritismo (não sou espírita, sou católica, mas adoro romances espíritas), e vivi fortemente a lua-de-mel com o meu marido…cozinhava pra ele, arrumava a casa pra ele, cuidava dele. Vivi pra mim e pra ele durante esse momento. Foi maravilhoso. Mas aí veio o vazio, o que é natural de quem sempre teve uma vida agitada como a minha. E eu me perguntei: o que eu quero fazer da minha vida?

Eu sabia que seria dentista incondicionalmente e acima de qualquer situação que vivesse. Sentia falta de atender pacientes, esculpir restaurações, enfim…atuar na minha profissão. Só que não queria voltar a atuar onde eu atuava. Eu trabalhava na área de Cirurgia desde sempre, era professora dessa disciplina e outras afins (como Anatomia e Anestesiologia), fiz Mestrado em Odontologia na São Leopoldo Mandic com área de concentração em Prótese sobre Implantes, e basicamente havia dedicado toda a minha carreira a essa área. Acabei me decepcionando. A minha insegurança também não contribuía para que eu continuasse. Normalmente cirurgiões trabalham em equipe, e eu não conhecia ninguém na cidade que eu morava (na época era Passos – MG). Não. Eu queria uma coisa nova, uma coisa que fizesse o meu coração bater forte novamente. Pensei muito sobre o que eu poderia fazer. Era estética? Eu sempre achei estética muito bonito, mas confesso que ainda não era isso…mas o que seria? O que poderia fazer eu me empolgar novamente com a Odontologia?…

Eu já sabia o que era. No fundo sabia, porque pesquisava sobre isso desde antes de me mudar. Inclusive já havia pesquisado, em 2013, e sabia que tinha campo para a Odontopediatria na maior clínica odontológica da cidade em que morei (e que, um ano depois, seria a que eu ia trabalhar e iniciar a minha carreira como Odontopediatra)…fiz então uma viagem para o Rio de Janeiro com os meus pais. Foi um divisor de águas. Conversei com a minha mãe lá, nessa viagem, sobre o meu desejo de ser igual a ela, que é Pediatra. Queria trabalhar com crianças e dedicar a minha carreira à elas. Sempre fui uma mulher maternal. Sempre soube que, independente do que acontecesse, eu seria mãe (ainda não sou, mas a maternidade vai acontecer pra mim no seu tempo certo).

A minha mãe me apoiou de imediato. Ela sempre me entendeu como ninguém. E me incentivou fortemente a correr atrás desse sonho. Aí então, lá no Rio de Janeiro mesmo, comecei a pesquisar pós-graduações de Odontopediatria. Foi um pouco difícil, pois sabemos o quanto a Odontopediatria ainda é escassa em alguns lugares. Eu queria um lugar que fosse próximo da cidade que eu morava, pra ser mais fácil e financeiramente mais viável. Voltei dessa viagem contando pro meu marido dos meus planos. No começo ele ficou receoso, pois ainda estávamos (e estamos) vivendo momentos de instabilidade financeira, e ele ficou com medo da especialização pesar no nosso orçamento. Essa preocupação é natural. Quando eu expliquei a ele, e ele compreendeu o quanto eu precisava disso, dessa realização profissional, ele não hesitou em querer que eu fosse feliz, que eu fosse realizada. E a ele eu sou grata também eternamente pelo apoio. Então, após diversas pesquisas, conversar com algumas pessoas, etc…tomamos a conclusão que a São Leopoldo Mandic seria a faculdade mais próxima, mais viável, e sinceramente, melhor. É uma instituição maravilhosa e sou muito grata por ter estudado lá. Em junho, mais precisamente no dia 12/06/14 (dia do primeiro jogo do Brasil na Copa do Mundo), eu estava matriculada na especialização em Odontopediatria. Foi uma longa jornada pra eu conseguir essa vaga, a turma estava lotada, e eu ia ter que esperar a turma do ano seguinte…mas então teve uma desistência e lá estava eu. Tive essa notícia de primeira mão de ninguém menos que o Professor Imparato (mestre querido). Eu estava nas nuvens.

E desde então a minha vida foi evoluindo e fui me dedicando com mais afinco cada vez mais à Odontopediatria. Foi tudo muito apaixonante. A faculdade não poderia ser mais bonita. Apanhei um pouco no início para entender os conceitos da Odontopediatria atual (eu sou da época que achava que qualquer paciente deveria fazer Aplicação Tópica de Flúor), mas eventualmente as coisas foram entrando na minha cabeça. E, após muitas pesquisas, finalmente compreendi o cenário atual do nosso país e o meu papel como Odontopediatra para tornar a realidade das nossas crianças melhor.

Finalizei a minha pós-graduação em outubro, com alguns altos e baixos, mas finalizei muito feliz e realizada. Na época, já estava em Uberlândia e atendendo no meu atual consultório (quem já viu a cadeira cor-de-rosa sabe onde é rsrsrs). Eu amo o que eu faço. Não significa que eu sinto que já concluí tudo o que eu queria – muito pelo contrário, a realização na Odontopediatria me dá margem a ser extremamente curiosa e querer sempre inovar na minha área e estudar cada vez mais. Sinto que trabalhar com crianças me dá asas a uma criatividade que eu não tinha antes na Odontologia. Atualmente, paralelamente ao meu trabalho do consultório, mantenho este site, que eu amo e me dedico muito, além das minhas redes sociais. Também estou escrevendo um livro infantil em parceria com a Letícia Destêrro – minha assessora de mídias sociais, idealizadora da minha marca, e por acaso (realmente, isso é só um detalhe), é a minha prima. É a primeira vez que falo sobre esse projeto aqui. Em breve trago rascunhos dessa obra de amor que estamos criando. Penso também em criar uma linha de t-shirts para crianças com tema odontológico…mas isso é algo para outro post e outro momento. Não estou trabalhando com isso ainda.

Eu sempre fui uma pessoa criativa, um pouco “artística”, vamos dizer assim. Não me contento em trabalhar só na área científica, mas também não consigo ficar sem ela. Quanto tive um loja de roupas, resolvi, por decisão própria, me dedicar a uma marca feminina de meninas e adolescentes. No posto de saúde que eu trabalhava, no Maranhão, adorava os dias que eu atendia a criançada da comunidade da Vila Itamar. Trabalhar com crianças sempre foi a minha vocação. Que pena (ou que bom) que eu descobri isso um pouco depois. Prefiro pensar que descobri na hora certa. Na hora que eu estava preparada e madura para descobrir. Hoje, valorizo muito esse meu amor. O amor é além da Odontopediatria em si, é pelos pequenos mesmo. Assino a revista “Crescer” e leio de capa a capa todos os meses quando ela chega. Leio livros de maternidade e desenvolvimento infantil. Não me prendo a parte odontológica. Me prendo ao que se refere á criança, seja o desenvolvimento físico ou psicológico. Atualmente tenho lido muito sobre vegetarianismo infantil, educação holística…voltei a praticar a Yoga, aquele excesso de peso que comentei lá no começo do post já foi embora e há três meses tenho vivido com uma alimentação saudável e balanceada que tem mudado muito o meu modo de ver o mundo e as pessoas….vamos ver o que vem a seguir. A minha mente trabalha a mil por hora e está em constante mudança.

Eu sou assim.

Roberta Nascimento


3
fevereiro
2016
Hidratação infantil

Oi gente!

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Hoje vou falar sobre a necessidade de hidratação dos nossos pequenos. Nem preciso comentar o quanto estamos todos sofrendo com as altas temperaturas nessa época do ano, né? Aprendi recentemente em uma leitura que fiz sobre algumas restrições e regrinhas básicas que devem ser seguidas em relação à ingestão de líquidos das crianças (leia-se água, sucos, etc) e resolvi passar essas informações aqui pra vocês, no intuito de que passem adiante essa informação para as mamães no consultório ou então apliquem no dia-a-dia dos seus filhotes!

Em termos de hidratação infantil, a água vence por unanimidade nos conceitos dos especialistas, sendo o seu consumo, portanto, incentivado o máximo possível. Percebe-se que no dia-a-dia corrido, os pais, por se cansarem da insistência exaustiva com os filhos de tomarem água, acabam recorrendo à outros líquidos para garantir a sua hidratação, mas eles não devem ser vistos como substitutos, pois muitos, como o suco natural da fruta, por exemplo, não são indicados a bebês até 1 ano. É muito importante que saibamos quais dessas bebidas devemos utilizar como aliadas sem prejudicar a nutrição da criançada.

Sabe-se amplamente que, até os primeiros 6 meses, a única alimentação do bebê deve ser o leite materno, e a água está dispensada. A partir de 6 meses, ela torna-se essencial, para garantir as funções corretas dos sistemas do nosso organismo. Dos 7 aos 12 meses, a água deve ser ingerida na quantidade de 800ml fracionados em pequenas quantidades ao longo do dia, devendo portanto ser oferecida constantemente pelos pais/responsáveis. Após completar 1 ano, a demanda da água aumenta para 1.300ml por dia, permanecendo nessa quantidade até os 3 anos. Dos 3 aos 8 anos essa quantidade aumenta novamente, para 1.700ml.

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Mas e os sucos naturais? Os sucos devem ser evitados antes do bebê completar 1 ano, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Essa precaução se dá pelo fato de que os sucos concentram muita frutose, o açúcar natural das frutas, induzindo o organismo a produzir muita insulina, o que pode vir a contribuir para o desenvolvimento de diabetes e obesidade no futuro. A frutinha amassada e na forma de papa pode ser consumida com tranquilidade. Ao completar 1 ano e até os 3, a criança pode consumir cerca de 100ml a 150ml de suco por dia (parece ser pouco, mas lembre que o estômago do seu bebê é pequenino em comparação ao seu). Aproveite as frutas da estação, e procure variar sempre, pois isso ajuda a desenvolver o paladar do seu bebê. Evite adoçar os sucos, mas caso seja necessário, opte pelo açúcar orgânico demerara ou mascavo, mas lembre que esse “inofensivo” açúcar pode provocar a doença cárie caso não seja feita a higienização adequada após a sua ingestão (não é porque o tema não é de “dentes” que eu não vou puxar a orelha de vocês hehehe). Após os 3 anos, a quantidade de suco ingerida pode ser aumentada para 200ml a 240ml.

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A água de coco é uma delícia, mas não deve ser oferecida como substituta da água. Lembrem-se que, apesar de saudável, ela possui uma alta quantidade de glicose, e calorias em excesso. Porém, quando ingerida com moderação, a água de coco é muito benéfica, pois é rica em minerais, como potássio e fósforo. Ela deve ser incluída na conta de mililitros permitidos de suco, e não na de água, como às vezes os adultos pensam.

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O suco industrializado não deve ser uma opção antes dos 3 anos especialmente, pois tem grande concentração de açúcar. Após os 3 anos, deve-se liberar em ocasiões especiais – como festas de aniversário e viagens – mas não devem ser ingeridos na rotina da casa. O café e chás também não são opções consideradas adequadas para crianças, principalmente o café por se tratar de um estimulante com a cafeína. Se você insistir no café para o seu filho, insira na sua rotina a partir dos 3 anos, mas em pequena dose, pequena mesmo – um ou dois goles no máximo. A partir dos 6 anos, a criança pode tomar em doses maiores, mas ainda com moderação – uma xícara por dia é o limite. Os chás não agregam valor nutricional na dieta da criança, mas são amplamente utilizados para fins terapêuticos, como os clássicos hortelã, camomila ou erva-doce (esses são considerados seguros), mas a quantidade também deve ser dosada com cautela.

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Refrigerante, não preciso nem falar, né gente? Não tem valor nutricional nenhum, e é riquíssimo em açúcar (RISCO DE CÁRIE NOTA MIL!). Recomenda-se que não dê a bebida para os pequenos menores que dois anos, e após essa idade, caso queira dar, que seja somente em eventualidades messsssmo (aniversários, etc). Convença-se dos malefícios e abandone essa ideia de dar refrigerante ao seu filhote! Se você é “refém” do refrigerante como eu fui (me permito atualmente só um copinho nos sábados, que é quando como alguma coisinha mais gorda, tipo uma pizza, por exemplo. Nos domingos, já estou firme e forte na minha reeducação alimentar! Foi assim que consegui encontrar o equilíbrio para ESQUECER o refrigerante na minha vida! O meu objetivo final é nem tomar mais esse copinho), aconselho você a se libertar desse terrível mal da humanidade, assim como eu fiz!

Bom pessoal, o que eu queria falar sobre hidratação infantil fica por aqui. Para mais dúvidas, consultem os profissionais de sua confiança. Esclarecer antes de iniciar qualquer hábito, é fundamental!

Beijos!